Sou Louis Pasteur. Nasci em Dole,
França, em 1822. Eu não gostava lá muito de estudar. Nunca fui um aluno muito
aplicado, nem na escola, nem na universidade. Gostava muito de pintar, mas aos
19 anos me despertei para minha grande paixão: a carreira científica. Com 25
anos, me formei na Escola Normal Superior de Paris. Após, estudei o ácido
tartárico, muito importante no vinho. Trabalhei nas Universidades de
Estrasburgo e de Lille, na França.
Blog destinado às atividades com QR Code na disciplina de História no IFRS Campus Veranópolis
7.5.22
Louis Pasteur
Carlos Chagas
Dessa forma, identifiquei uma nova doença, a qual levou o meu sobrenome: Doença de Chagas. Consegui identificar quem a causava (protozoário Trypanosoma cruzi), quem a transmitia (barbeiro) e seus sintomas e complicações. A partir daí, pode-se pensar em formas de prevenção da doença, como a aplicação de inseticidas e o desenvolvimento de medicamentos, além de pesquisas para descobrir outros sintomas, como arritmia cardíaca e complicações no sistema digestivo.
Carlos Chagas
Assim, passei a examinar o sangue
de animais no laboratório que montei junto ao canteiro de obras da ferrovia.
Ali, achei uma espécie de protozoário, a qual denominei de Trypanosoma cruzi, dentro do intestino do barbeiro. Como meu
laboratório era precário, enviei alguns barbeiros para o Rio de Janeiro, para
que Osvaldo Cruz os analisasse. Lá, ele colocou os barbeiros para picar macacos
de laboratório. Um mês depois, já eu estando na capital, os macacos estavam com
o protozoário. Voltei a Lassance e como sabia que o barbeiro estava nas casas
das pessoas, pela maioria das casas serem de barro, comecei a analisar o sangue
das pessoas. No dia 23 de abril de 1909, identifiquei o protozoário em uma
menina de dois anos, chamada Berenice, que tinha febre, anemia e inchaço no
miocárdio.
Carlos Chagas
Eu tinha o costume de conversar com os meus pacientes. Um deles me relatou que havia um inseto muito comum na região, que não era o inseto que transmitia a malária, e que costumava se alimentar de sangue humano. Esse inseto era chamado de barbeiro, pois costumava picar o rosto das pessoas à noite. Fiquei intrigado e comecei a formular a hipótese de que era esse inseto que transmitia essa doença desconhecida.
Carlos Chagas
Em 1907, me enviaram para uma cidade chamada Lassance, no interior de Minas Gerais, para combater uma epidemia de malária em trabalhadores que construíam uma ferrovia. Porém, os pacientes que chegavam até mim reclamavam de outros sintomas que não os que eram comuns para a malária: reclamavam de um baticum no peito, febre, falta de apetite, mal-estar e inchaço no corpo. Então, não podia ser malária. O que poderia ser, então?
Carlos Chagas
Sou Carlos Chagas. Nasci no interior de Minas Gerais, na cidade de Oliveira, em 1879. Meu tio, Carlos, era formado em Medicina e me incentivou a seguir a carreira médica. Estudei na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, depois de muito convencer minha mãe, que queria que eu estudasse engenharia em Ouro Preto. Na capital do país, tive contato com importantes nomes da medicina, como Miguel Couto e Osvaldo Cruz, que me incentivaram a estudar uma doença chamada malária. Em 1904 me formei e no ano de 1905 liderei minha primeira campanha contra essa doença, numa cidade chamada Itatinga, em São Paulo. Meu trabalho foi reconhecido no mundo inteiro.
3.5.22
Hino Nacional do Uruguai
Orientais, a
pátria ou a tumba,
Liberdade ou com glória, morrer!
É o voto que a alma pronuncia,
E que, heroicamente, cumpriremos!
É o voto que a alma pronuncia,
E que, heroicamente, cumpriremos!
Liberdade, liberdade, orientais!
Este grito salvou a pátria.
Que sua bravura em batalhas ferozes
De sublime entusiasmo inflamado.
Este dom sagrado, de glória
nós merecemos: tiranos tremei!
Tiranos tremei!
Tiranos tremei!
Liberdade na batalha vamos chorar,
E ao morrer, liberdade vamos gritar!
Liberdade na batalha vamos chorar,
E ao morrer, liberdade vamos gritar!
Orientais, a pátria ou a tumba,
Liberdade ou com glória, morrer!
É o voto que a alma pronuncia,
E que, heroicamente, cumpriremos!
É o voto que a alma pronuncia,
E que, heroicamente, cumpriremos!